"As palavras sempre ficam.
Se me disseres que me amas, acreditarei. Mas se me escreveres que me amas, acreditarei ainda mais.
Se me falares da tua saudade, entenderei. Mas se escreveres sobre ela, eu a sentirei junto contigo.
Se a tristeza vier a te consumir e me contares, eu saberei. Mas se a descreveres no papel, o seu peso será menor.
Lembre-se sempre do poder das palavras.
Quem escreve constrói um castelo, e quem lê passa a habitá-lo"
(Silvana Duboc)
sexta-feira, 12 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Desejo, amor e paixão #1
Nenhuma pessoa preencherá mais do que 70% das tuas expectativas no relacionamento. E as mulheres devem baixar ainda mais os seus níveis de exigência.
Basicamente as relações são construídas quando o parceiro é:
#1
Muito bom de cama, seja lá o que represente isso para cada um de nós.
#2
Tu e o outro têm muitas coisas em comum, tal como gostar de shopping, montanhismo ou xadrez.
#3
O outro e tu têm planos em comum, como montar uma oficina, construir um prédio, etc.
Se o outro for só bom de cama ele será apenas um amante. Quando, exclusivamente tiverem coisas em comum, o outro será apenas amigo. Assim como, quando somente partilharem planos, o outro se tornará teu sócio. Porém, combina dois destes aspectos e terás grande possibilidade de construir uma relação chamada casamento!
Mas… (claro, tinha que haver um mas...) mesmo que encontres uma pessoa com quem estes três aspectos, nem por isso estás livre da insatisfação.
Porque o ser humano é isso mesmo: um insatisfeito.
Alguém (que está a entrar na casa dos trinta) no outro dia em conversa dizia que só queria alguém que lhe desse o clique e tivessem objetivos em comum.
Será que com o passar do tempo e das desilusões as expectativas vão baixando? Não sei, talvez... Daqui a uns anos direi de minha justiça. Para já continuo à espera que "ele" apareça, mas já não o espero em cima de um cavalo branco e com uma armadura reluzente. Sim, ainda sou uma romântica, e espero continuar a sê-lo.
Basicamente as relações são construídas quando o parceiro é:
#1
Muito bom de cama, seja lá o que represente isso para cada um de nós.
#2
Tu e o outro têm muitas coisas em comum, tal como gostar de shopping, montanhismo ou xadrez.
#3
O outro e tu têm planos em comum, como montar uma oficina, construir um prédio, etc.
Se o outro for só bom de cama ele será apenas um amante. Quando, exclusivamente tiverem coisas em comum, o outro será apenas amigo. Assim como, quando somente partilharem planos, o outro se tornará teu sócio. Porém, combina dois destes aspectos e terás grande possibilidade de construir uma relação chamada casamento!
Mas… (claro, tinha que haver um mas...) mesmo que encontres uma pessoa com quem estes três aspectos, nem por isso estás livre da insatisfação.
Porque o ser humano é isso mesmo: um insatisfeito.
Alguém (que está a entrar na casa dos trinta) no outro dia em conversa dizia que só queria alguém que lhe desse o clique e tivessem objetivos em comum.
Será que com o passar do tempo e das desilusões as expectativas vão baixando? Não sei, talvez... Daqui a uns anos direi de minha justiça. Para já continuo à espera que "ele" apareça, mas já não o espero em cima de um cavalo branco e com uma armadura reluzente. Sim, ainda sou uma romântica, e espero continuar a sê-lo.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
O Arrependimento
Ora, aqui está um tema que dá pano para mangas. Há alguns momentos da vida que nos arrependemos de ter feito ou não ter feito determinada coisa, por exemplo, ter viajado, ter arriscado, ter falado, etc...
Um enfermeira americana publicou em 2011 um livro sobre os 5 principais arrependimentos dos paciente terminais. Que são:
#1
"Gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim"
#2
"Gostaria de não ter trabalhado tanto"
#3
"Eu gostaria de ter tido coragem de expressar os sentimentos"
#4
"Eu gostaria de ter mantido contacto com os meus amigos"
#5
" Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz"
Sem dúvida que dá que pensar e pontos para refletir. Mas não somos todos iguais, todos nós temos coisas pelas quais já nos arrependemos, mas ainda vamos a tempo de "consertar" pequenas coisas.
Um enfermeira americana publicou em 2011 um livro sobre os 5 principais arrependimentos dos paciente terminais. Que são:
#1
"Gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim"
#2
"Gostaria de não ter trabalhado tanto"
#3
"Eu gostaria de ter tido coragem de expressar os sentimentos"
#4
"Eu gostaria de ter mantido contacto com os meus amigos"
#5
" Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz"
Sem dúvida que dá que pensar e pontos para refletir. Mas não somos todos iguais, todos nós temos coisas pelas quais já nos arrependemos, mas ainda vamos a tempo de "consertar" pequenas coisas.
domingo, 7 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
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